Respeitando entusiasticamente o novo trend de certos sectores da esquerda anglo-saxónica que insistem na possibilidade impossível de um homem poder engravidar, o consórcio Unicode, que aprova e distribui os emojis de que toda a gente parece gostar tanto, decidiu incluir no lote de ícones de 2021 a representação de um "homem grávido" e de "pessoa grávida". O segundo emoji é basicamente igual ao primeiro, com a diferença da figura masculina ser apenas um pouco menos masculina.
O surrealismo patético e alucinado deste trend é prova provada de que a civilização ocidental ensandeceu de vez. Pior: a insanidade é hoje um motor da cultura pop e a sociedade psicopata rejubila, numa manifestação de esquizofrénica vaidade, com a psicopatia de que é crónica paciente.
Em 2022 teremos com toda a certeza emojis de outras impossibilidades biológicas como "Homem amamentando bebé", "Mulher com erecção", etc. etc.
Agora digam-me: sou eu que estou a ler mal a realidade ou é o mundo de hoje a representação chapada, evidente, obscena, bíblica, do triunfo de Satanás?
Gentil leitor, prezada leitora: Imagina uma caixa. Imagina que consegues retirar da caixa toda a matéria que está dentro dela. Imagina que, depois de todas as partículas e subpartículas terem sido removidas, a caixa armazena apenas nada. Zero. Nicles. A caixa não tem, em rigor, nada lá dentro a não ser vácuo.
O problema é que o vácuo encerra ainda assim qualquer coisa: o campo quântico, que existe com ou sem partículas. Com ou sem matéria. E permanece lá, flutuante, nessa caixa. E é isso que vês, neste gif fantasmático: o comportamento do campo quântico em vácuo.
3D visualization of quantum fluctuations of the QCD vacuum
A Teoria Quântica de Campo é, talvez, a que melhor explica e integra tudo o que até agora observámos e calculámos acerca da física subatómica, mas implica uma ideia de cosmos um pouco estranha: a matéria é um fluído contínuo, em certo sentido não atomizado, onde se plasma, de forma interconexa e difusa, a realidade. Tu e eu, caro leitor, estamos assim instalados no mesmo campo de possibilidades. Tu e eu, paciente leitora, somos espigas da mesma seara, que ondula constantemente ao sabor do tempo, da energia e das circunstâncias electro-magnéticas. Estamos associados não por relações entre átomos isolados, mas por fluxos dinâmicos de misterioso, senão insondável, comportamento.
Ninguém na verdade pode afirmar que a Teoria Quântica de Campo está correcta e é por isso que é uma Teoria. Mas o gif que vos apresento aqui é uma projecção digital de mensurações reais: alguma coisa está a acontecer no vácuo, de facto. E esse fenómeno bizarro, por si só, dá que pensar. Não é?
O pundit da Fox chegou agora à conclusão que houve fraude eleitoral, a 3 de Novembro de 2020. É muito tarde, tarde demais para fazer seja que diferença for. O Regime Biden está agora bem instalado, ainda que de forma fraudulenta, nas assoalhadas da Casa Branca.
Ainda assim, há que considerar a coragem de Tucker, no contexto da vergonhosa posição que a Fox tomou na noite eleitoral e daí para a frente, assobiando para o lado e colaborando activamente na supressão de informação relacionada com a roubalheira descarada.
Mais vale tarde do que nunca? Mais ou menos. Uma coisa é certa, uma boa parte dos republicanos nunca vão perdoar a Tucker Carlson o silêncio de 9 meses sobre esta questão fundamental da democracia americana. Se é que existe uma democracia americana, neste momento. Eu acho que não existe, sinceramente.
Two-thirds of Southern Republicans say they support breaking away from the U.S. and forming their own country with nearby states, while nearly half of Democrats on the West Coast would do the same. A 66 percent majority of Republicans in 13 Southern states including Texas and Florida are in favor of seceding from the union, according to a poll released Wednesday by Bright Line Watch. Half of all independents in the South agreed, while only 20 percent of Southern Democrats were on board. Support for forming a breakaway country reached 47 percent among Democrats in California, Oregon, Washington, Alaska and Hawaii. One-third of West Coast independents, or 33 percent, were in favor of succession, along with 27 percent of West Coast Republicans. A smaller share of respondents from other regions agreed. In 13 Midwest states, support was highest among independents, 43 percent of whom wanted to secede. In Northeastern states, 39 percent of Democrats were in favor of leaving the U.S. and forming their own country, while 43 percent of Republicans in states near the Rocky Mountains said the same. (...)
Enquanto nos Estados Unidos o regime Biden e os operacionais desse regime se entretêm a queimar a bandeira americana e a vomitar vitimizações várias ao ritmo do National Anthem, há uns gajos únicos no Planeta Terra que fazem esvoaçar, com esperança de liberdade, esse mesmo tecido de estrelas e riscas: por ironia vulcânica do destino, um punhado de cubanos que nasceram condenados a transportarem pela vida afora uns tomates enormes. Gigantescos, mesmo. Conforme figura em anexo.
Perante o atrevimento histórico dos populares que improvisaram este espontâneo elogio da democracia (ainda que algo equivocado, porque os Estados Unidos da América dos tempos que correm podem ser muitas coisas, mas não são nem a terra dos livres nem a democracia dos justos), a insular tolerância marxista do governo caraíbe, que tomou posse quando as galinhas ainda tinham dentes, decidiu por bem resolver as coisas com o eloquente e efectivo argumento do chumbo.
Como já aconteceu em Hong Kong, a malta brava mas ingénua que, enquanto grita pela liberdade, levanta a bandeira americana, está completamente equivocada e de várias maneiras: está equivocada porque não é esse levantamento que vai reduzir o impulso fascistóide dos respectivos tiranetes (pelo contrário). Está equivocada porque o actual regime Biden não pode ser mais indiferente à causa moral (qualquer que ela seja desde que seja moral) e, enfim, está equivocada porque em Washington já não se administra uma democracia.
Está para além das evidências que esta malta de testículos sobre-dimensionados e inocência enternecedora vai acabar encostada à parede do fim, como sempre aconteceu com a grande parte das gerações da mesma espécie valente. Porque se houve alturas na história do Sapiens, mesmo que escassas, em que a coragem e a dignidade valeram de alguma coisa, por Deus, não é de todo uma era dessas que estamos a viver agora.
Agora são os cobardes e os vis e os néscios e os fracos que condicionam o sentido da História. E é como dizia o outro: se achas que os homens fortes são perigosos, espera para ver aquilo que os homens fracos são capazes de fazer.
No prazo máximo de 12 meses, vamos chegar a um ponto em que quem não se submeter à "vacina"1vai ser impedido de aceder ao Serviço Nacional de Saúde.
_____________ 1 - As aspas referem-se ao facto de que não se trata de uma vacina no verdadeiro sentido do termo, mas de uma experiência em engenharia genética.
Este já é o terceiro post que escrevo sobre o fracasso da selecção inglesa no Campeonato Europeu de Futebol e na verdade nem sequer prestei muita atenção ao monumental aborrecimento. Mas de cada vez que este assunto vem à tona do meu universo mediático, não consigo resistir ao acréscimo de porrada, sinceramente. Quando uma selecção que é historicamente apoiada pelos mais fanáticos adeptos do mundo consegue, por razões políticas, transformar adeptos em inimigos, o fenómeno transcende claramente a minha curta capacidade de ser misericordioso ou telegráfico. E o que é mais: quando fazem de uma clara derrota, contra todas as probabilidades do bom senso, um evento de vitimização racial e/ou uma vitória moral, bom Deus, podem contar comigo para ficar aqui a mastigar o bom sabor da humilhação deles até ao fim dos séculos. Isso é garantido.
Como qualquer petrolhead, adoro tudo o que tem a ver com automobilismo clássico. As eras douradas das corridas em circuitos insanos, com automóveis assassinos e pilotos heróicos tiram-me completamente do sério. E há actualmente uma bela tendência no mundo do sim racing de que sou fã incondicional e cujo expoente máximo é o canal GP Laps, que explora o universo virtual à procura de tudo o que é vintage, dos circuitos míticos aos automóveis lendários, dos grandes prémios históricos aos momentos mais icónicos do automobilismo do paleolítico inferior.
Exemplo paradigmático desta tendência e desse canal, é este clip. A partir de um trabalho de reconstituição meticuloso e monumental, desenvolvido por Fat Alfie, um dos mais aclamados criadores de circuitos e automóveis para o Assetto Corsa, recuamos 80 anos no tempo para umas voltas ao outrora célebre e hoje esquecido autódromo de Bremgarten, na Suíça, solo sagrado das corridas na primeira metade do século XX.
A preocupação com o detalhe é impressionante e o rigor técnico, histórico e topográfico que preside ao projecto parece-me irrepreensível, promovendo um alto nível de imersão. A qualidade da edição e da narrativa introdutória do rapaz do GP Laps ajuda imenso à explosão encantatória e nostálgica que vibra dentro deste vídeo. A corrida que se segue é bastante entretida e, às tantas, estamos de facto a sentir parte da adrenalina que os pilotos sentiam ao competir neste belíssimo circuito.
Um momento de culto para quem partilha comigo esta paixão.
Onde se ilustra que a correlação entre a violência e a pilhagem na África do Sul e o caos provocado pelo Black Lives Matter e a pela Antifa nas ruas das cidades americanas, que fiz no post anterior sobre este assunto, não é de todo exagerada. Na verdade, estas imagens são quase familiares (se exceptuarmos a atitude da polícia, que é diametralmente diferente).
A vacina como arma de repressão ideológica. A coação como modus operandi do Estado. A perseguição obsessiva da dissidência e a imposição tirânica da verdade oficial. A censura com rédea solta. A manipulação através do medo. A desinformação, a propaganda e a ameaça velada como princípios fundamentais da acção política. A entusiástica cooperação da imprensa no assalto à verdade e à liberdade. A intenção totalitária, nua e crua, à vista de toda a gente.
É só mais um monólogo aterrador de Tucker Carlson.
Apesar de não ter morrido qualquer australiano de Covid 19 nos últimos meses, o governo Aussie, numa demonstração exemplar de que uma vez que entregas os teus direitos e liberdades ao Estado nunca mais os recuperas, continua a implementar medidas de inspiração fascista contra os cidadãos, com uma ferocidade absolutamente inacreditável e que integram a obrigação de confinamento em vilas e cidades que reportem um único cidadão infectado (!), políticas de coacção que incluem a retirada de salários a funcionários públicos que não estejam vacinados e produção e emissão de campanhas promotoras do pânico sem qualquer base factual que as justifiquem. É o vale tudo em nome do poder pelo poder, porque na verdade o vírus foi erradicado do território australiano.
Isto tudo, com o beneplácito dos cidadãos.
Bem sei que sou bastante ingénuo. Mas não consigo parar de ficar espantado com a facilidade com que as pessoas se deixam tiranizar.
A África do Sul pós-apartheid é um poço de horrores que envergonha as atrocidades cometidas pela oligarquia étnica do regime anterior. Ninguém no Ocidente gosta deste assunto e é muito difícil, gentil leitor, obteres informação fidedigna sobre o que tem acontecido nos últimos anos neste território dantesco. Do genocídio das populações brancas e confisco das suas propriedades aos índices de criminalidade recordistas nos centros urbanos (Joanesburgo é a cidade mais perigosa do mundo), a África do Sul contemporânea é um estado falhado, uma república das bananas, um inferno na Terra, com corrupção generalizada, siderais números de desemprego e miséria galopante, em contraste com a riqueza de recursos existente nesta área do planeta.
Nos últimos dias e a propósito do encarceramento do ex-presidente Jacob Zuma o país entrou em erupção acelerada, com motins, pilhagens e violência extrema e sanguinolenta. No clip que deixo em baixo, Tim Pool dá uma panorama geral sobre o caos instalado. Mas não pode ser gráfico, porque o Youtube ia censurar-lhe o vídeo logo a seguir. Mas se quiseres mesmo perceber o nível de violência sub-humana que está a acontecer neste momento e não fores uma pessoa muito sensível a imagens que são realmente hediondas, podes fazer uma ideia mais precisa do pesadelo de que falo aqui. A Reuters tem também online uma galeria de imagens fotográficas, muito menos chocantes, mas igualmente esclarecedoras.
Para além do sofrimento dos sul africanos, o que é arrepiante neste verdadeiro caso de estudo de um país em processo autofágico rumo à barbárie, é que há hoje muita gente a trabalhar activamente para que o Ocidente acabe também assim. No caos tribal. No perpétuo confronto étnico. No infindável jogo satânico de todos contra todos.
Christopher Snowdon of the Institute for Economic Affairs warns that the British government will only achieve its climate change targets by forcing people to eat less red meat. Snowden made the comments during an appearance on GB News after a leaked report by the National Food Strategy (NFS) which encouraged people to consume “edible algae and fermented protein alternatives such as microbes and plant biomass.” “In principle, there could be a justification for government action…Boris Johnson has made some extremely ambitious climate change targets…and to do that, if he’s serious about doing it, at some point he’s going to have to stop advising people to fly less and eat less red meat and find ways of forcing people,” said Snowden, adding that this would be tough to impose democratically. (...)
When you're busy playing politics, instead of just playing the game, you are condemned to loose. You will loose because the fans who don't share your ideology will hate your guts. You will loose because you're focused on issues that have nothing to do with the sport and which you don't know nothing about. You will loose because you will be judged not only by your performance but also by your woke antics. And in the end, you will defeat your purpose, as your purpose is misguided and inappropriate. In the end, it was you that brought the racial divide into the equation. So, don't complain now, when racist trends are being thrown to your face, dear Gareth. It's ugly, yes. But you sure deserve it.
Os bifes armados em vítimas, que se ajoelhavam na relva como vermes obedientes, talvez expurgando a culpa de tanto dinheiro que lhes pagam pelo simples e básico facto de saberem pontapear uma bola, talvez por pura cobardia, talvez por serem uns bois subsapiens que nem sabem bem porque é que se estão a ajoelhar, talvez por odiarem a nação que representam e que lhes ofereceu uma vida de luxos e excessos que não merecem de todo, talvez porque são de tal forma vis que encontraram nessa atitude prostrada uma maneira fácil de fingir a virtude, acabaram por perder a final do Euro, que ainda por cima foi jogada em Wembley.
A D O R E I .
Agora sim, têm uma excelente e legítima razão para se ajoelharem. Vá, apoiem-se lá nas rótulas e peçam desculpa aos vossos compatriotas pela desconsideração que lhes dedicaram no início de cada jogo e pela desfeita com que os presentearam no momento da verdade.
Camilla Canepa was operated on by Gianluigi Zona, director of the neurosurgical and neuro-traumatological clinic of the San Martino hospital: “I had never seen a brain that was affected by such an extensive and severe thrombosis.” The neurosurgeon on duty in San Martino that night was Alessandro d’Andrea, who also called the chief physician to his side at the operating table. “We decided to have a decompression craniotomy, in which the skull is opened to relieve internal pressure.” Zona recounted the experience: “All venous sinuses were blocked with thrombi, a scenario I have never seen in my many years in this profession. Think of the venous sinus as the river in the middle of a valley where several streams converge. If a dam is built in the middle of the watercourse, the river swells and the tributaries can no longer drain at this point, so that the pressure rises upstream. “I’m neither a virologist, nor an epidemiologist, nor a coroner, but given the image I saw in the girl’s head, it is clear that we are dealing with something that is not normal.” (...)
A colheita de 2008, no que diz respeito ao rock indie, foi de eleição e nunca mais consigo sair deste profícuo ano, que no seu mês de Julho testemunha a apresentação à sociedade dos Said The Whale, com "Howe Sounds / Taking Abalonia". A banda ainda está em actividade, lançou entretanto mais cinco álbuns, conheço-os todos e qualquer um deles podia entrar nesta discoteca. Por isso mesmo, se tenho que escolher um, escolho este, que é o primeiro. E que é uma comédia genial.
Os Said the Whale são uma espécie de instituição de utilidade pública. Desinteressados, descomprometidos, desaprumados, filantrópicos, bem humorados, canadianos no bom sentido da palavra (fenómeno raro), prestam à humanidade um impagável serviço trovadoresco, rico em substância criativa e desalinhado espírito de aventura, que deixa os queridos ouvintes, a cada acorde, meio desorientados, meio encantados, num labirinto sinfónico de referências cruzadas e estonteantes.
A banda de Ben Worcester e Tyler Bancroft não se leva muito a sério e está sempre a baralhar as expectativas. Agora conta uma anedota, depois vai a um velório. Aqui apresenta-se como uma grafonola folk, ali como um amplificador pop. Num momento estão zangados com o mundo, a seguir já estão enamorados com o cosmos. Pegam num cavaquinho com o mesmo à vontade que estrefegam uma guitarra eléctrica. Não interessa realmente para que ângulo se inclina o indicador do género ou que nível atinge o sensor do temperamento, porque os Said The Whale não cabem em cadernetas taxonómicas ou em escalas escolásticas. Fazem música para o lado que estão virados, num determinado instante.
Tenho um carinho enorme, misturado com admiração abundante, por esta banda camaleónica, que está constantemente a mudar de roupa interior, que está constantemente a perguntar-se por si própria, que está constantemente a virar o bico ao prego, num jogo de identidades que é de difícil resolução mas que acaba invariavelmente por ser consistente e fazer completo e rotundo sentido para os ouvidos.
sobre o perigo enorme de manipular geneticamente vírus que são relativamente inofensivos com o aberrante objectivo de os transformar de facto em armas letais para a humanidade. Como um relógio parado consegue estar certo duas vezes por dia, um gajo tanto escreve nesta página que as chances de ser, de longe em longe, pertinente, começam a subir.
Para quem tiver curiosidade, esse post clarividente está aqui.
The European Union database of suspected drug reaction reports is EudraVigilance, which also tracks reports of injuries and deaths following the experimental COVID-19 “vaccines.” This database maintained at EudraVigilance is only for countries in Europe who are part of the European Union (EU), which comprises 27 countries. The total number of countries in Europe is much higher, almost twice as many, numbering around 50. So as high as these numbers are, they do NOT reflect all of Europe. The actual number in Europe who are reported dead or injured due to COVID-19 shots would be much higher than what we are reporting here. The EudraVigilance database reports that through July 3, 2021 there are 17,503 deaths and 1,687,527 injuries reported following injections of four experimental COVID-19 shots:
A última opus dos Black Keys é um exercício de Blues Rock que parece saído de um pântano de Louisiana, que parece ser tocado depois de uns tragos do mais áspero moonshine de Kentucky. Ou coisa que o valha. À primeira audição, os onze temas de "Delta Kream" parecem muito iguais, talvez porque foram gravados apenas em 10 horas, num curto hiato de 2 dias, talvez porque andam à volta de uma quimera perdida algures numa rua obscura de Nashville, talvez porque procurem esse mitológico retorno às origens da música popular americana. Não sei. Mas quanto mais ouço este disco, mais gosto dele. O lamento das guitarras entranha-se-me no cerebelo com intensidade progressiva. A seiva dos riffs entra-me na circulação sanguínea com poderes em crescendo. Vou sendo lentamente consumido por este balanço folk e conquistado, enfim, pela ópera pungente, simultaneamente dolorosa e triunfante, destes dois poetas da electricidade.
"Do as I say, not as I do" seems to be the motto of the elites, these days. It's freaking infuriating and I'm
getting fed up with these motherfuckers, so much so that I
see no other solution besides revolution. The French kind of revolution. Yeah, really. And this said by a conservative, is not to say little. Every day I get more
disgusted with celebrities and politicians and oligarchs and soccer
stars and media personalities and Hollywood
actors and corporate CEOs and bankers and Wall Street millionaires and
Silicon Valley billionaires and so on and so forth. Shut the fuck up already. You're constantly making me feel like throwing up. Give my stomach a break. Give my patience a break. If you carry on like this, there will be blood. 'Cause I'm sure I'm not alone and you guys, you are definitely pushing us to the limit.
O meu benfiquismo já não é o que era. Há muitos anos que já não é o que era. Nem pouco mais ou menos. Mas ainda assim, devo dizer que é com desgosto que sinto a felicidade de saber que o miserável Filipe Vieira vai passar esta noite onde já devia estar alojado há muitos anos: no chilindró.
Um dos piores actores da história do Sport Lisboa e Benfica, este infeliz personagem é o primeiro responsável pelo meu afastamento afectivo do clube, embora não o único. E os relativos sucessos desportivos que somou em duas décadas de infâmia, não me impressionam nada nem compensam em nada o seu legado de pirata.
O facto da esmagadora maioria dos benfiquistas ter acreditado, durante tanto tempo e contra todas as evidências, que Luís Filipe Vieira tinha como prioridade defender os interesses do clube que presidia, é por si só, espantoso.
E não me venham com a conversa de que outros mafiosos presidentes de outros importantes clubes também deviam ir dentro. É claro que deviam. Mas a minha primeira preocupação é não ter mafiosos no meu clube. Com os mafiosos dos clubes rivais, que se preocupem os adeptos e os sócios desses clubes. O clubismo não implica a cegueira ética e o princípio de que devemos primeiro ser exigentes connosco para podermos exercer a crítica dos outros é válido tanto para o indivíduo como para a colectividade a que escolhe pertencer.
Só espero que não aconteça com este bandido o que aconteceu com Sócrates. Mas nesta república, claro, tudo é possível.
Sozinho em Hollywood, o homem resiste ao uníssono. Não deve nem teme. Denuncia a mentira e a destruição. Defende a verdade. Sabe que é um soldado na guerra pela verdade. Sabe que o bem é a verdade e que a verdade é Deus. Ámen.
Dez iniciáticos minutos durante os quais ficamos a saber que Delfos era um oráculo em África. Que abrir a boca para dizer a verdade pode levar-te à ruína. Que a "Critical Race Theory" não existe, apesar das evidências na imprensa, de constar do programa pedagógico aprovado pelo sindicato dos professores americanos e da nova escolástica do Pentágono. Que as crianças vão à escola para aprenderem que são racistas ou vítimas de racismo. Que não há grande coisa que os pais possam fazer contra isso. Que Tucker Carlson ainda consegue dizer sem cair em lágrimas ou desatar às gargalhadas que a América é o melhor país à superfície da Terra. Não é. Nem sequer é um país. É uma conspiração de estúpidos.
O José Manuel Fernandes é um tipo que me deixa um bocadinho confuso. Por um lado é o publisher de um pasquim que não tem feito outra coisa senão debitar o medo e a propaganda do regime em relação ao Covid-19. Por outro insurge-se contra os confinamentos absolutamente histéricos, ilegais e injustificáveis que o governo está a decretar sem qualquer legitimidade orgânica ou constitucional.
Portanto, das duas uma: ou é um patrão fraco e imbecil, que não consegue impedir a tenebrosa turba de millenials manhosos que infectam a redacção do Observador de mentir aos portugueses todos os dias, e de cumprir o devido sexo oral com os poderes instituídos, ou está a atirar-nos areia para os olhos e é um crápula como os outros, que se dedica ao comércio do medo e à subserviência regimental como os outros, enquanto tenta parecer um tipo independente e corajoso e esclarecido.
Com o devido desrespeito: acho que as probabilidades apontam para a segunda hipótese. Sendo que a primeira também não abona muito a favor do carácter deste dúbio personagem. Num caso como noutro, não há redenção possível para JMF.
Entre a religião Católica e a religião das academias, que tem muitos nomes, mas que para o efeito deste post vamos chamar Multiverso, acho que a existência do Deus Cristão, Apostólico Romano, é bem mais credível. Sinceramente.
É que para acreditares que existem universos infinitos como este, cuja
criação nem implica sequer um investimento em energia; para acreditares
que ainda por cima tiveste a sorte de habitares neste preciso e
raríssimo universo que tem as condições estatisticamente impossíveis
para a existência de vida; e o que é mais, de vida inteligente; é
preciso alimentar uma corrente contínua de fé incondicional muito
superior àquela necessária para teres a convicção de que o Criador que é
retratado no Genesis é de facto o responsável último e primeiro pela
realidade em que foste imerso. E pela vida que te foi dada.
O ateísmo enraizado na maior parte dos físicos e astrónomos contemporâneos é, fundamentalmente, um exercício dogmático que exige credulidade em doses industriais. E muito poucas, ou nenhumas, evidências. E se é verdade que o Deus da Bíblia também não se materializa na lente de um telescópio ou no sensor de um laboratório, não me parece descabido argumentar que há certezas - as certezas de ordem moral ou espiritual - que não precisam de prova material. O mesmo não se pode dizer das teorias super criativas da Física contemporânea. Essas teorias são do âmbito das ciências exactas e, para serem válidas, terão sempre que ser observadas no cosmos. Caso contrário, pertencem à esfera religiosa. E nessa esfera, o Evangelho de João é bem mais poderoso do que a Teoria das Cordas.