sábado, junho 26, 2021

U.S. Air Force Base Says Drag Queen Show Was “Essential For Morale’

A U.S. Air Force base responded to controversy about a drag queen show hosted by the base by saying the performance was “essential to the morale, cohesion, and readiness of the military.”
Nellis AFB staged its first ever drag queen show on June 17th called ‘Drag-u-Nellis’ – which it said was important in teaching military personnel the “significance of Drag in the LGBT+ Community.” (...)

Get lost Matt Hancock, you insufferable little shit.

While he entertained himself tyrannizing the English, with wicked refinements that included the government's intrusion into the sexual habits of its citizens, the insufferable Matt Hancock, Boris Johnson's Secretary of State for Health and Social Care, was caught red handed, violating his own standards, as much as moral norms for a married man.
Because the rules are for the populace to comply with.
And for the elites to ignore.


sexta-feira, junho 25, 2021

Os heróis que nos restam #05

Adoro esta rapariga: Marjorie Taylor Greene. Ela é, certamente, a última congressista heroica da triste história dos Estados Unidos da América. E não interessa realmente se é rapariga ou rapaz, branca ou amarela, proveniente do Alasca ou nativa das Caraíbas. É um ser humano sem medo. E isso  é suficiente para mim.



Bum!

Sir Sly wants you to have fun,

 or something like that. I don't even know. And I don't think it really matters.



Sir Sly . Are We Having Any Fun?

This is the end, beautiful friend, the end.

How do we save this country before we become Rwanda?
Asks Tucker.

Well, you don't. It's too late.
And you, dear comrade Carlson, should know better.


The US of A is now a totalitarian and devilish cesspool.

Your f**king president is threatening its own citizens with F15's jets and nuclear weapons, for Christ sake.


I mean, are you done or what?


Yeah baby, you people are completely fucked and I am extremely thankful to the Good God Almighty for being born
in this tiny and unsubstantial place called Portugal.

Good luck and God Speed.
You will need both.

Abundantly.


quinta-feira, junho 24, 2021

Haikus da Baía Praia



Dia quente de junho.
Até as gaivotas suam
as estopinhas.

A areia escalda-te os pés,
a água gela-te a alma.

No pontão entre a doca e a praia,
fico à conversa com o senhor
Neptuno.


A água é verde como a serra.
Foi de propósito,
diz Deus Nosso Senhor.


Na doca há um Portugal que trabalha.
Na praia
não.









Caminho pela orla marítima.
Corro o risco de passar por turista e por isso
fujo para a esplanada.


O bar chama-se Onda Selvagem.
Mas a omelete é bastante
civilizada.


Bebo a mais saborosa cerveja
da história das bebidas alcoólicas.
Domingo vou à missa.


Sesimbra é uma vila simpática.
Sesimbrenses à parte.


Acho que nasci
para morrer
sozinho.

Toonville: o eterno feminino.

Joe Biden To Americans Who Own Guns To Defend Against Tyranny: You Need Jets, Nuclear Weapons To Take Us On

President Joe Biden said during a press conference about soaring crime rates on Wednesday that Americans who buy firearms to defend against a tyrannical government would need to own “F-15s and maybe some nuclear weapons” to go up against the government.
“The Second Amendment from the day it was passed, limited the type of people who could own a gun and what type of weapon you could own,” Biden said. “You couldn’t buy a cannon. [Those who] say the blood of the, the blood of patriots, you know, and all this stuff about how we’re going to have to move against the government.”
“Well, the tree of liberty is not [watered with] the blood of patriots, what’s happened is that there never been, if you want, if you think you need to have weapons to take on the government, you need F-15s and maybe some nuclear weapons,” Biden continued. “The point is that there’s always been the ability to limit, rationally limit, the type of weapon that can be owned, and who can own it.”

Sir Sly desperatly wants to become a loverboy.



Sir Sly . Loverboy

quarta-feira, junho 23, 2021

Fazer batota para acabar com a democracia. Breve manual de normas. Parte 1.

Há muitas maneiras de tentar aniquilar a democracia. As maneiras antigas têm sido geralmente contrariadas pelo sangue dos povos e pela sabedoria dos fundadores dos regimes ocidentais que, nos séculos XVII e XVII, em Inglaterra, na América e em França, estabeleceram os cânones que iriam funcionar esplendidamente até ao fim do Século XX. As maneiras modernas, infelizmente, nunca foram sonhadas ou previstas por esses sábios. E os povos ocidentais da actualidade não estão interessados em derramar uma gota que seja do sue plasma vital para defenderem o mais nobre legado da história da humanidade.

Para sermos justos, seria impossível que Cromwell antecipasse o niilismo ideológico da BBC, a decadência de Oxford ou a esquizofrenia de Boris Johnson; que Jefferson conseguisse prever os golpes baixos do actual Supremo Tribunal americano, os truques sujos de Silicon Valley e a vilania da CNN, e que Montesquieu pudesse imaginar que a sua república fosse partilhada com milhões de muçulmanos que subscreveriam uma boa parte dos preceitos regimentais do Ancient Régime.

Ainda assim, para destruir essas ideias constituintes do ideal democrático e humanista do Ocidente, foi preciso fazer batota, porque os legisladores do iluminismo sabiam bem o que estavam a edificar e contra que forças históricas batalhavam. Este post destina-se precisamente a enunciar alguns desses métodos trafulhas, esses preceitos bandidos que levaram à falência, nos últimos 10 a 20 anos, a boa, previdente e duradoura filosofia política desses pais fundadores.

Como há muito para escrever sobre este assunto, o post será dividido em dois ou três segmentos.

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Caso de estudo #01
Jurisprudência da destruição: os vira casacas do Supremo Tribunal Americano.

O Supremo Tribunal Americano é, para todos os efeitos, um tribunal constitucional, com poderes para alterar radicalmente a leitura jurídica do documento fundamental da federação. É por isso de importância transcendente que o colectivo de juízes que o compõem seja ideologicamente equilibrado. Assim sendo e segundo a Constituição, os Juízes são nomeados pelo Presidente e confirmados ou rejeitados pelo Senado, de forma a que exista um constante exercício de compromisso entre os poderes instituídos. Mais a mais, um juiz que seja confirmado para o Supremo fica por lá até que se queira reformar ou que morra, pelo que as oportunidades de nomear novos magistrados não abundam e a hipótese de criar maiorias ideológicas no colectivo são, em teoria, muito reduzidas.

Acontece porém que, nos últimos anos, tem-se registado um fenómeno de ilusionismo que rompe completamente com a lógica constitucional: os juízes nomeados pelos republicanos, por terem um perfil de jurisprudência conservador, chegam ao Supremo e começam a actuar como liberais.

Nos últimos 30 anos, os republicanos colocaram 6 juízes no Supremo. Destes, apenas um, Clarence Thomas (por acaso o primeiro desta sequência de três décadas, confirmado em 1991) tem votado consistentemente como um conservador em áreas tão diversas como o aborto (contra), a posse de armas (a favor), a livre iniciativa económica (a favor), os monopólios (contra), a liberdade de expressão (a favor), o serviço público de saúde (contra) e etc.

Todos os outros, com especial destaque para os 3 juízes que Trump conseguiu confirmar, têm traído da forma mais escandalosa possível as expectativas criadas aquando da sua nomeação, votando quase invariavelmente com os juízes democratas nas questões fundamentais que dividem hoje a América e os americanos. O recente caso do acordão sobre o Obama Care é um exemplo típico desta situação.

Ora, o espírito constitucional que preside á formação do Supremo Tribunal americano não tem obviamente em linha de conta este abstruso comportamento dos magistrados, que manifestam um perfil conservador durante toda a carreira, só para o traírem quando chegam ao seu topo. Assim, é impossível manter a integridade do primeiro órgão judicial da nação. E sem essa integridade, todo o sistema político americano fica seriamente ameaçado.

Para piorar as coisas, os democratas, que neste momento habitam a Casa Branca e dominam as duas câmaras do Congresso, querem aproveitar para colocar mais 4 juízes no Supremo, mesmo sem que nenhum dos que lá está se reforme ou morra. Escusado será dizer que esta iniciativa ("Packing the Court") é completamente inconstitucional, apesar de ser organicamente possível, pelo que a radicalização ideológica do primeiro tribunal americano está hoje completamente no horizonte de possibilidades.

E se isto não é fazer batota, um baralho de cartas com cinco ases é perfeitamente aceitável.

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Caso de estudo #02
Esvaziar a Direita: a traição dos mandatos eleitorais.

Um fenómeno muito parecido com o do primeiro caso de estudo tem acontecido nos últimos dez a vinte anos com os representantes políticos, um pouco por todo o Ocidente. O paradigma que nos está mais próximo é interpretado por Rui Rio que, independentemente do eleitorado do PSD, que é basicamente o mesmo desde 1975, decidiu que o partido que lidera não é um parido de direita. Ora considerando que o CDS não existe e que o Chega, mais tarde ou mais cedo, será ilegalizado, a manobra de Rui Rio, que nunca perguntou aos seus eleitores coisa nenhuma sobre o assunto, deixa a república Portuguesa numa situação de deficit democrático que é absolutamente assustadora. Se só tivermos partidos ideologicamente localizados entre o centro e a extrema esquerda, podemos continuar a afirmar de cara alegre que a Terceira República é uma democracia?

Outro exemplo típico deste caso de estudo é Boris Johnson. Eleito com uma maioria esmagadora constituída por uma inédita aliança de conservadores e trabalhistas, que rejeitaram o radicalismo neo-marxista e woke de Jeremy Corbyn, Boris Johnson alterou o seu perfil político do dia para a noite mal tomou posse como primeiro-ministro, posicionando-se, neste surreal momento, à esquerda de Theresa May, por exemplo, e insistindo numa sacrílega aliança com o establishment britânico contra o qual os ingleses se tinham manifestado veementemente, ao elegê-lo. Com esta desonesta e desleal manobra, apoiada em larga medida pela bancada conservadora no Parlamento, Boris esvaziou em grande medida as hipóteses de, a curto e médio prazo, o eleitorado liberal (centro-esquerda) e conservador ter um candidato que defenda com rigor as suas aspirações. Também em Inglaterra, pelos vistos, teremos que nos perguntar onde fica a democracia, num regime sem intérpretes para a prossecução da vontade popular.



Voltando aos Estados Unidos, é hoje proverbial o ódio que o eleitorado republicano alimenta pelos seus representantes no Capitólio, com excepção de quatro ou cinco ilustres. Mas este desamor é correspondido: é um facto que os congressistas republicanos, escandalosamente comprometidos com os dinheiros dos grandes grupos de interesse, indisfarçavelmente incomodados com as opiniões e os valores dos seus eleitores, convenientemente embrulhados numa bolha de privilégios e devidamente acomodados ao corrupto e elitista ambiente da pantanosa capital, estão tão distantes da realidade dos seus constituintes, são tão indiferentes perante as suas aspirações e necessidades, que até podiam viver em Marte, privados de contacto com os seus círculos eleitorais. E nem sequer escondem alguma hostilidade para com aqueles que os elegeram, como a reacção que tiveram aos acontecimentos de 6 de Janeiro ilustra na perfeição.

Ora, se os cidadãos de direita da federação americana não sentem que os seus valores são representados nas câmaras de Washington, muito antes pelo contrário, a democracia americana só funciona para metade da população.

E se estes três exemplos, entre outros muitos que podia recolher, não constituem jogo sujo, qualquer roleta viciada será de bons costumes.

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Caso de estudo #03

Capitalismo Ideológico: a economia de consumo como manifesto comunista.

Se há 20 anos atrás alguém tivesse previsto que o capitalismo ocidental ia derivar para um sistema ideológico de modelo soviético, esse alguém seria rapidamente internado num ninho de cucos de alta segurança.

O capitalismo sempre foi ideológico, no sentido em que resultava de uma perspectiva liberal da sociedade, que incentivava a criação de riqueza, a livre iniciativa, o acesso meritocrata à prosperidade e o direito à ascensão social. Mas nunca, em 500 ou 600 anos de operação, misturou a política com a mercadoria. John Ford podia votar republicano, mas estava completamente disposto a vender modelos T aos democratas. E não lhe passava pela cabeça amaldiçoar os seus clientes pelas suas opiniões políticas ou inserir propaganda ideológica na comunicação da companhia, ou censurar a imprensa com a qual discordava.

A democracia funcionou muito bem assim, no contexto de mercados liberais e produção apolítica. Mas agora que os grandes conglemorados industriais e informacionais descobriram que os mercados liberais não são favoráveis aos seus projectos de domínio global; agora que o capitalismo adoptou um ideário neo-marxista que promove o conflito identitário, a aniquilação dos pequenos negócios e a extinção da livre iniciativa; agora que as empresas accionadas anonimamente mas dirigidas por bilionários niilistas decidiram intervir de forma a promover o seu nefasto ideário político; agora que os produtos de consumo chegam ao consumidor infestados de conteúdo ideológico; agora que as corporações, em conluio com os estados que as salvam dos seus dispendiosos erros e orgíacos excessos, praticam sabotagem sobre o discurso público, através da censura pura e dura ou retirando as campanhas publicitárias de programas televisivos ou de projectos jornalísticos cujo perfil ideológico foge ao cânone soviético que adoptaram, a democracia corre sérios riscos de se converter numa oligarquia.

Um exemplo característico e deprimente deste estado de coisas, entre tantos outros, é o do muito recente canal televisivo por cabo GB News, a única estação de notícias no Reino Unido de registo conservador (até há dois meses atrás, não existia nenhuma). Apenas com uns dias de emissão, o canal foi logo cancelado pelos grandes grupos económicos, que nem têm problema algum em explicar porquê: não concordam com a sua linha editorial.



Ora, a democracia ocidental só funciona com mercados liberais, separação entre o sector público e privado e livre circulação da informação e da opinião. Quando o poder económico se torna inimigo declarado desses pressupostos está nitidamente a recalibrar, de forma fraudulenta e com intenção manhosa, os dados do jogo civilizacional.


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Caso de Estudo #04
Pandemias e apocalipses climáticos; quando o medo suspende as regras do jogo.

Porque viviam tempos muito mais violentos, em sociedades diametralmente menos securitárias e num mundo desprovido de todos, mas todos, os confortos materiais que temos hoje, os fundadores da democracia ocidental eram homens habituados à doença, ao sofrimento, à violência, à severidade dos elementos e às dificuldades, por vezes extremas, da existência. Não seriam assim e necessariamente capazes de projectar um momento no futuro em que, a propósito de uma gripe com taxa de mortalidade marginal ou de um alegado e ligeiro aquecimento da temperatura média do planeta que na verdade ninguém sente na pele dos dias, fossem retiradas aos cidadãos liberdades e direitos fundamentais, sem os quais os equilibrados parâmetros regimentais que estabeleceram e as sociedades livres e participadas que imaginaram não podem de todo funcionar.

A batota aqui é a injecção do medo, em quantidades industriais, nas populações que de qualquer forma são facilmente aterrorizadas porque foram programadas nas ultimas gerações, errada e criminosamente, para uma vida fácil e realizada, cumprida em paz e prosperidade, independentemente do desempenho ontológico de cada um e das circunstâncias imprevisíveis da História.

Constatando que as medidas de confinamento implementadas pelo governo americano a propósito do Covid-19 foram acolhidas com obediência bovina e resignação aparvalhada por parte dos cidadãos em geral, a administração democrata prepara-se para experimentar um novo sequestro das liberdades individuais com um outro pacote infernal de confinamentos, justificados agora pelas alterações climáticas:



Por outro lado, em Inglaterra, as medidas draconianas tomadas pelo governo de Boris Johnson são historicamente inéditas e chocam frontalmente com o único documento formal que a monarquia parlamentar britânica, consuetudinária em tudo o resto, tem  para mostrar ao mundo: a Magna Carta.



Usar o medo, sem substância que o justifique, como instrumento de obliteração de direitos e liberdades constitucionalmente garantidas é um golpe baixo.
A não ser que aches legítimo que Myke Tyson arranque orelhas aos seus adversários.
Parte 3
________
Parte 2
Parte 3

Fact-Checker Tells News Not to Report Crime Because It’s Racist


Lockdowns: matam mais gente do que salvam.

Dois recentes estudos do National Bureau of Economic Research, que abrangem 42 países, demonstram inequivocamente que os lockdowns implementados a propósito da pandemia não só são ineficazes a salvar vidas como acabam até por criar condições para aumentos da mortalidade.

O primeiro estudo demonstra que os lockdowns não têm impacto estatístico significativo nas mortes provocadas pela pandemia. O segundo, que as consequências económicas decorrentes dos confinamentos são devastadoras nos índices de mortalidade e principalmente... Em crianças.

O que não falta são evidências académicas que comprovam a ineficácia ou o carácter contraproducente dos confinamentos, entre as quais aquelas que já deixei aqui no blog:

Lockdown Trauma Causing 5-Year-Olds to Suffer Panic Attacks as Disastrous Mental Health Toll Revealed

German Study Finds Lockdown ‘Had No Effect’ on Stopping Spread of Coronavirus

Sobre a ineficiência dos confinamentos.

Mas os efeitos reais destas políticas desastrosas só serão conhecidos daqui a uns anos. E nessa altura, será demasiado tarde. Demasiado tarde para salvar seja quem for e demasiado tarde para punir os responsáveis. Tanto mais que a responsabilidade é partilhada por todos os bois. Os bois que mandaram, os bois que obedeceram.

Uma coisa é certa: os lockdowns nunca tiveram sustentação científica e nunca foram implementados para salvar vidas. Foram implementados para salvar os serviços públicos de saúde. E os serviços públicos de saúde são um produto ideológico. Quantos mortos valem? E será que justificam o nível de destruição económica e civilizacional que provocaram? É curioso como não oiço ninguém fazer estas perguntas.

Hoje em dia já não se fazem perguntas complicadas, não vá sair uma resposta com verdades lá dentro, não é, senhores jornalistas?

A teoria da conspiração como método científico #10


De Júlio Verne a Arthur C. Clark, de Franz Kafka a Dostoievsky, não há na história da imaginação humana quem pudesse alguma vez criar uma rábula assim de tal forma rocambolesca como a do Laboratório de Wuhan. É como dizem os americanos: you can't make this shit up.

Sabemos agora que para além do CDC e do Dr. Fauci, também a Google financiava alegremente as perigosas e catastróficas experiências que tinham lugar neste laboratório e que resultaram na actual pandemia. Sabemos agora que os mesmos sacanas que há um ano censuravam quem colocasse a mera e lógica hipótese do vírus ter escapado do laboratório virulógico instalado na mesma cidade de onde tinha originado a pandemia, os mesmos sacanas que chamavam conspiracionistas a todos os que se perguntavam por esta curiosa coincidência, sabiam bem o que se passava e estavam apenas a fazer controlo de estragos.

Sabemos agora que não há limites para a infâmia instalada em Sillicon Valey. Que não há limites para o poder monstruoso desta gente. Sabemos agora que vivemos controlados e manipulados por uma super-estrutura distópica, totalitária, que nos vai levar a todos ao inferno.

Que já nos está a levar a todos ao inferno.

terça-feira, junho 22, 2021

Google & USAID Funded Wuhan Collaborator Peter Daszak’s Virus Experiments For Over A Decade.

The unearthed financial ties between EcoHealth Alliance and Google follow months of big tech censorship of stories and individuals in support of the COVID-19 “lab leak” theory.
The Google-backed EcoHealth Alliance played a critical role in the cover-up of COVID-19’s origins through its president, Peter Daszak.
Daszak served on the wildly compromised World Health Organization’s (WHO) COVID-19 investigation team. He championed the efforts to “debunk” the lab origin theory of the virus, despite mounting support for the claim first made by experts on Steve Bannon’s War Room: Pandemic podcast in early January 2020.
Left-wing websites masquerading as “fact checkers” still call the lab theory “false,” despite the shift in tone from the Biden regime, leading world scientists, and intelligence officials.
EcoHealth Alliance also funneled hundreds of thousands of U.S. taxpayer dollars from Dr. Anthony Fauci’s National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID) to its research partner, the Wuhan Institute of Virology, to conduct studies on “killer” bat coronaviruses.
And Google.org, the charity arm of the tech behemoth, has also been funding studies carried out by EcoHealth alliance researchers including Peter Daszak since at least 2010.

The HypeType Collection . Chapter I




 

Lockdown Trauma Causing 5-Year-Olds to Suffer Panic Attacks as Disastrous Mental Health Toll Revealed

Children in the UK as young as five are suffering panic attacks and other psychological trauma as a result of COVID lockdowns, leaving 1.5 million kids in need of mental health treatment, according to a new report.
NHS leaders say that the impact of repeated lockdowns has left children fearful of leaving their homes or meeting their friends amid an explosion of “locked-in trauma.” (...)

Covid-19. Estudo diz que a crise provocada pela pandemia atirou 400 mil pessoas para a pobreza

Cerca de 400 mil pessoas caíram abaixo do limiar da pobreza devido à crise provocada pela pandemia, agravando o fosso entre os ricos e os pobres em Portugal, revela um estudo esta terça-feira divulgado.
“Em comparação com o cenário sem crise, 400 mil novos indivíduos caíram abaixo do limiar de pobreza, definido como 60% do rendimento mediano equivalente, aumentando a taxa de risco de pobreza em 25% como consequência da pandemia”, concluiu o estudo do Observatório Social da Fundação “la Caixa”, da autoria do Center of Economics for Prosperity (PROSPER) da Universidade Católica de Lisboa.
Segundo o documento a que se teve acesso, que considera que as medidas do Governo minimizaram em parte o aumento da pobreza e da desigualdade, a pandemia resultou numa “perda substancial de rendimentos para a população portuguesa”, com o rendimento mediano anual a cair de 10.100 euros no cenário sem crise para 9.100 euros no cenário com crise.
Além disso, a crise provocada pela Covid-19 “teve efeitos assimétricos”, uma vez que as classes baixa e média-baixa, a região do Algarve e as pessoas com escolaridade até ao nono ano “foram os grupos mais afetados por esta crise, com perdas claramente acima da média nacional”, refere o estudo. (...)

O meu pé pesado #11: três minutos de fúria, no ACC.

Na minha humilde opinião de modesto sim racer, o Assetto Corsa Competizione (não confundir com o Assetto Corsa, que é outro excelente simulador, mais generalista) é o melhor jogo de corridas que podes ter instalado na PS4. Ponto. Mas sobre isso falarei mais tarde. Esta entrada é muito curta e só serve para demonstrar como são divertidas as corridas do ACC.

Nos três minutos do clip em baixo, a circunstância é a seguinte: estou a fazer pela primeira vez o Campeonato Europeu SRO num Grupo 4 (o Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport), a 95% de perícia e agressividade da inteligência artificial, e vou na terceira corrida. Fiz quarto na primeira, décimo quinto na segunda (!) e agora, em Silverstone, tinha feito pole position e estava todo contente e optimista. Mas apesar de partir bem, cometo dois ou três erros e quando faço o pitstop obrigatório a meio da prova de 1 hora para mudar de pneus e reabastecer, sou segundo. Nas boxes meto os pés pelas mãos (os pitstops no ACC são um pesadelo realista) e saio, super zangado comigo e com o mundo, em oitavo.

Os três minutos seguintes, em que passo de oitavo para quinto, ilustram a minha fúria. Boa viagem.


Estados Unidos da Morte a Tiro.

Os Estados Unidos da América transformaram-se num tal esgoto sanguinolento que eu tenho que fazer uma coisa que nunca fiz aqui no blog, antes de passar o monólogo de abertura do Tucker Carlson Tonight de ontem à noite: advertir que algumas das imagens a que vão assistir são chocantes e podem perturbar a sensibilidade de pessoas mais susceptíveis.

Nos dias que correm, vastas áreas urbanas da América contemporânea são dos sítios mais perigosos do mundo, com índices recordistas de criminalidade e de homicídios. Depois de terem entrado numa ensandecida e niilista cruzada contra as polícias (porque a polícia é racista), despojando-as operacional e financeiramente; e de terem eleito procuradores que se recusam a processar uma quantidade enorme de crimes violentos (porque isso seria racista), cidades como Chicago, Detroit, São Francisco, Nova Iorque, Nova Orleães, Portland e Los Angeles são hoje um inferno inimaginável de criminalidade violenta, à rédea solta: só no fim de semana passado foram atingidas a tiro 54 pessoas (8 morreram) na cidade de Chicago.

Enquanto os índices de criminalidade disparam loucamente, os dirigentes democratas que governam estas cidades, e a administração democrata que governa a nação, parecem preocupados apenas com a alegada ameaça dos movimentos de "supremacia branca" ou "nacionalismo branco", fenómeno que até universidades reconhecidamente esquerdistas reconhecem que não tem significado estatístico no número de homicídios na América (mesmo esticando os números, morreram 17 pessoas nos últimos 5 anos assassinadas por estes supostos movimentos, enquanto o número total de assassinatos na América, só em 2019, foi cerca de 20.000).

Tucker, com a veia que lhe é característica, traça o retrato deste apocalíptico estado de coisas, num segmento que oscila entre o chocante e o esclarecedor. Quem tem algum interesse investido nos Estados Unidos, não deve perder estes quinze lapidares minutos. Mesmo que custem a passar.



‘Urgent’ British report calls for complete cessation of COVID vaccines in humans

An “urgent preliminary report of Yellow Card data” issued by the UK-based Evidence-Based Medicine Consultancy Ltd submitted to the Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA) states that “the MHRA now has more than enough evidence on the Yellow Card system to declare the COVID-19 vaccines unsafe for use in humans.”
Similar to the U.S. Vaccine Adverse Events Reporting System (VAERS), the MHRA describes the purpose of its Yellow Card system as providing “an early warning that the safety of a medicine or a medical device may require further investigation.”
The report, signed by Evidence-based Medicine Consultancy Ltd and EbMC Squared CiC Director Dr. Tess Lawrie (MBBCh, PhD), says: “we have searched the Yellow Card reports using pathology-specific key words to group the data according to the following five [sic] broad, clinically relevant categories:

    Bleeding, Clotting and Ischaemic ADRs
    Immune System ADRs
    ‘Pain’ ADRs
    Neurological ADRs
    ADRs involving loss of Sight, Hearing, Speech or Smell
    Pregnancy ADRs”

The report goes on to say: “We are aware of the limitations of pharmacovigilance data and understand that information on reported Adverse Drug Reactions should not be interpreted as meaning that the medicine in question generally causes the observed effect or is unsafe to use. We are sharing this preliminary report due to the urgent need to communicate information that should lead to cessation of the vaccination roll out while a full investigation is conducted. According to the recent paper by Seneff and Nigh, potential acute and long-term pathologies include:

    Pathogenic priming, multisystem inflammatory disease and autoimmunity
    Allergic reactions and anaphylaxis
    Antibody dependent enhancement
    Activation of latent viral infections
    Neurodegeneration and prion diseases
    Emergence of novel variants of SARSCoV2
    Integration of the spike protein gene into the human DNA

(...)

The media is the virus #n


segunda-feira, junho 21, 2021

Trans Olympic athlete said 'goal' is to win event to 'burn a US flag on the podium'

In a Facebook post last year, unearthed by Fox News, transgender BMX freestyle rider Chelsea Wolfe declared that being able to set fire to the American flag in protest while on the podium was the motivating factor driving them to accomplish their dream.
"My goal is to win the Olympics so I can burn a US flag on the podium. This is what they focus on during a pandemic. Hurting trans children," wrote Wolfe, who qualified to be an alternate for this year's Olympic games in Tokyo, Japan, wrote on March 25, 2020. (...)

Dementia Joe is getting things done.

Heart inflammation after second COVID-19 vaccine dose more common than expected in young adults

A higher-than-expected number of young people 16 to 24 have experienced heart inflammation after receiving their second dose of an mRNA vaccine, the Centers for Disease Control and Prevention said on Thursday.
The CDC has recorded 275 cases of myocarditis or pericarditis, heart inflammation conditions, as of May 31, the agency reported during a Food and Drug Administration advisory panel meeting on Thursday. This was higher than expected for scientists, who estimated that the count would be in the high double digits. (..)

O racismo extremo e demente da BBC.

Imaginem que a RTP colocava um anúncio de recrutamento cujo remate final seria qualquer coisa deste género: "Esta oportunidade de emprego está aberta apenas a pessoas de cor branca". Isto seria considerado de um racismo extremo e demente e não cabe na cabeça de ninguém, pois não?
Pois bem, a BBC acaba de publicar um anúncio de recrutamento que acaba assim: "Esta oportunidade de emprego está aberta apenas a negros, asiáticos ou pessoas etnicamente diversas."
Ora, não é pela cor da pele mudar que o critério é menos obsceno, certo? Este anúncio de recrutamento tem que ser considerado de um racismo extremo e demente, certo?
Certo.



Toonville: Gay Gestapo

 

Materialistas com espírito.

Fui avisado pelo senhor do costume que este disco dos Sir Sly bombava. Estou ainda nas primeiras audições e nem conhecia a banda, mas sim, parece que bomba, de facto. Reparem bem nesta malha de poderosa profundidade electrónica e assinalável ironia lírica:



Entretanto descobri que tenho no disco rígido um outro disco deles, de 2014, que está por ouvir.
Boa.

911 bem contados.

Há canais sobre automóveis no Youtube como há grãos de areia na Costa da Caparica. Mas este rapaz aqui, diferencia-se da concorrência porque se esforça realmente por fazer um trabalho sério, tanto no que diz respeito à pesquisa aturada sobre os modelos de que fala e ao relatório minucioso que daí decorre, como à edição vídeo, que é do melhorzinho que podes encontrar seja onde for. Neste clip, e a propósito do novo Porsche 911 922, é-nos oferecida uma muito entretida e muito bem produzida história visual de todos os 911 anteriores.



É espantoso como esta malta consegue produzir conteúdos superiores em qualidade técnica e criativa à maior parte da merda televisiva, que é produto de equipas de trabalho, recursos técnicos e orçamentos muito maiores (sem comparação, na verdade).
Será que ainda há alguém a ver televisão?

sábado, junho 19, 2021

A teoria da conspiração como método científico #09

O bom do Dinesh D'Souza está a trabalhar para esta rubrica do Blogville, nitidamente.
Aliás: no presente momento do campeonato da existência humana, toda a gente está a trabalhar para esta rubrica do Blogville. É fechar os olhos e escolher um clip. Não tem nada que enganar.


Ground control to Major Marx.

Tinha esta ideia disparatada que a missão da NASA devia ser a de explorar o espaço. Devia ser a de contratar os melhores engenheiros disponíveis para construirem belas e gloriosas naves espaciais e descobrir e treinar os melhores astronautas para as pilotarem rumo ao infinito.
Estava completa e redondamente enganado. A missão da agência espacial americana não tem nada a ver com isso. A missão da NASA é a equidade. A missão da NASA não é a de conquistar o sistema solar, mas sim a de construir a utopia na Terra. Não é a de recrutar os seus quadros em função da competência mas sim a de equalizá-los em função da raça e do sexo. A missão da NASA afinal é um mandato neo-marxista.



Bom Deus.

O que é que está errado com a Física contemporânea?

Tudo. Ou quase tudo.

Nas fundações desta disciplina o que não faltam são lacunas e inconsistências: ninguém sabe o que é a matéria negra e toda a gente tem dúvidas sobre a essência da energia negra, as propriedades quânticas do tempo e do espaço ou como é que podemos mensurá-las. E assim sendo, a Teoria Geral da Relatividade e o Modelo Standard da Física de Partículas não conseguem encaixar de todo, num todo consistente.

Acresce que o corpo de conhecimento fundamental da Física está caduco e não tem progredido em nada de fundamental nos últimos 50 anos. A Teoria Geral da Relatividade tem mais de um século e o Modelo Standard da Mecânica Quântica data dos anos 70. Isto apesar de existirem hoje muito mais físicos (e muito melhor financiados) do que no princípio do Século XX (na verdade o número de físicos cresceu 100 vezes em 100 anos).

O problema central pode estar na metodologia, que é esquizofrénica. Os físicos teóricos contemporâneos dedicam-se a inventar (sim, sim, inventar) teorias, a maior parte delas sem qualquer base em factos observáveis, e depois a pressionar os seus colegas da Física Experimental a procurarem data que confirme os delírios da sua imaginação. Ninguém encontra nada de substantivo que demonstre esses delírios, claro, mas o processo sai muito caro aos contribuintes.

Por exemplo: o túnel de colisão de partículas (LHC) do CERN custou a módica quantia de 13 biliões de dólares (ou 11 mil milhões de Euros). E a única descoberta realmente importante que fez foi a de provar que o bosão de Higgis existe. Sendo que a hipótese do bosão de Higgis existir foi levantada em 1964.
Depois disso, uma miríade de teóricos, de forma a sustentarem as suas múltiplas e mirabolantes teorias, levantaram a possibilidade de existirem muitas outras partículas desconhecidas. O LHC nunca as descobriu.

Um outro problema fulcral para a estagnação óbvia da física advém de uma espécie de fé que os cientistas alimentam: a de que as leis da natureza devem ser belas e elegantes. Esta crença não tem qualquer demonstração observável na realidade. O que demonstra sim, é que até os mais fanáticos ateus não escapam à sedução religiosa. Porque a física dos tempos que correm é um credo.

Como já aqui reportei, se perguntares a um Físico de hoje o que é uma Partícula, ele não te sabe responder, na verdade. E se lhe perguntares o que é a Gravidade, também não. Talvez te surpreenda, gentil leitor, mas isso até é normal, se formos justos, porque ao contrário do que sempre te ensinaram as ciências exactas não são disciplinas explicativas (isso cabe à Filosofia ou à Teologia), mas sim descritivas. A Física deve descrever a órbita de um planeta e não explicar porque é que ela existe assim.
A questão é que a arrogância das academias contemporâneas, junta com a sua ignorância, ultrapassou e ignorou os limites éticos e operacionais da sua acção. E agora encontram-se num beco sem saída.

Há até uma anedota que se conta baixinho por alguns arrivistas, nos corredores das universidades: Pergunta a um físico teórico que idade tem o universo e ele vai-te responder: "não sabemos bem, qualquer coisa entre os 12.000 e os 17.000 biliões de anos. Mas uma coisa é certa: Deus não existe."

Este é o deplorável estado de coisas. Uma ciência que já foi gloriosa é agora vítima da sua própria ambição, está agora paralisada pelos limites ontológicos do conhecimento humano, fanática das certezas que não tem, epistemologicamente estagnada, sobre-financiada, delirante e decadente.

Mas não acreditem em mim. Não é preciso. Oiçam a Sabine Hossenfelder ou pesquisem no Google "Crisis in Cosmology". E tirem as vossas próprias conclusões.



Mais posts no blogville sobre a crise da Física contemporânea:

A discoteca da minha vida #96: "Dynamo", Faded Paper Figures

"But hearts are warm technologies
In failed democracies."


Julho, 2008. Os californianos Fade Paper Figures lançam o seu primeiro disco. É um beijo, uma carícia, um gesto de ternura em forma de música. Uma ópera meiga. Uma suave explosão de delícias. Um elogio à sensualidade electrónica.



É impossível ouvir este disco sem ficar subitamente bem disposto. Optimista. Disponível para amar o mundo e estimar a humanidade. Nesse sentido, "Dynamo" é uma espécie de evangelho.



Mais a mais, estes três doidos conseguiram, logo no seu primeiro trabalho, compor e interpretar um tema lindíssimo sobre a cisão entre democratas e republicanos no Estados Unidos da América. O que, convenhamos, não é nada fácil.



Faded Paper Figures. Se esta não é uma banda de culto, não sei o que é uma banda de culto.

Florida Man Hit With Felony Charges For Leaving Tire Tracks on LGBT Crosswalk

“Alexander Jerich, 20, turned himself in to police in Delray Beach, Florida, on Thursday,” reports RT. “Jerich was seen on Monday allegedly pulling onto the intersection in a pickup truck and spinning his rear tires for around 15 seconds, leaving black streaks across the rainbow stripes and sending clouds of smoke into the air.”
The charges against Jerich were elevated from misdemeanor to felony after authorities said there was “evidence of prejudice” in his actions.
However, this isn’t enough for LGBT activists, who are trying to make police hit Jerich with charges of “defacing a memorial” under a law passed by Governor Ron DeSantis in April that was intended to protect actual statues and memorials from being torn down by left-wing hate mobs.(...)

Denmark Pushes Ahead With Policy to Limit Non-Western Share of Population to 30 Per Cent

The new measure is designed to prevent the creation of parallel societies and ‘no go zone’ migrant ghettos which breed crime and ethnic balkanization.
Despite attempts by the United Nations to argue that the policy will create “ethnic discrimination,” over the course of the next 10 years it will ensure that at least 70% of the population living in allocated areas have a western ethnic background.
Citizens from outside the EU, EEA or Switzerland will also be denied municipal housing support as will those with a criminal record.
By pursuing the policy, Denmark has been able to reduce areas officially considered to be “ghettos” from 22 in 2018 down to 15 as of now.
In doing so, it has largely avoided replicating countries like France, where vast numbers of migrants live in ghettos on the fringes of major cities in lawless areas where police are afraid to enter. (...)

quinta-feira, junho 17, 2021

Woke cancel culture eats itself

 to the bones. Because there is a God. And what goes around, comes around. Yeah.


What. The. F**k. #02



Billie Eilish . Bad Guy

Matt Gaetz and Paul Gosar Lead Congressional Charge for “Real Answers” After Explosive Revolver Investigation of Jan. 6th

Revolver’s major investigation into the January 6 Capitol incident has sparked a gargantuan response from Congress and the press.
In a report published late Sunday night, Revolver explored the federal indictments against members of the Proud Boys and Oathkeepers, and found that the leading planners and provocateurs of the 1/6 incursion weren’t the individuals who have been publicly charged with crimes, but the unindicted persons who were present at the Capitol alongside them.
Revolver’s investigation raised disturbing possibilities. Would 1/6 have happened without substantial agitation by federal law enforcement to make it happen? Did shadowy forces recognize the January 6 rally from the beginning as an opportunity to harm the Trump movement to take back America? Was the entire militia/white nationalist “threat” substantially a creation of federal law enforcement for the purpose of defaming and discrediting right-wing populism?
Revolver has raised the questions. But it will take work by allies within the government to reveal the full truth. And thankfully, several lawmakers are already stepping up.
Late Tuesday, in the wake of Revolver’s investigation, Congressman Matt Gaetz of Florida sent a letter to FBI Director Christopher Wray demanding to know how many undercover federal agents and informants were present at the Capitol, what roles they played, and how many of them had infiltrated the Proud Boys, Oathkeepers, and Three Percenters. (...)

A teoria da conspiração como método científico #08

Imaginem que por trás dos acontecimentos de 6 de Janeiro, estavam agentes infiltrados e informadores do FBI. Que a tomada do Congresso por apoiantes de Trump tinha na verdade sido orquestrada por estes agentes e estes informadores de forma a comprometer e criminalizar republicanos e conservadores e populistas por toda a América, numa flagrante acção de False Flagging que deixaria até a KGB meio envergonhada.

Teoria da conspiração? Sim. Que se vai mostrar cem por cento verdadeira daqui a nada? Completamente.



É quase cómico. E é por isso que a realidade está a matar a comédia.

What. The. F**k.



Billie Eilish
. Bury a Friend

A teoria da conspiração como método científico #07

O estranho caso da bandeira falsa.

Está a correr na net, neste exacto momento e muito por causa de um segmento do Tucker Carlson Tonight de ontem, uma bela e novel teoria da conspiração: parece que o motim que levou à tomada do Congresso por adeptos de Trump a 6 de Janeiro foi, no mínimo, realizado com o conhecimento do FBI e, no máximo, orquestrado por esta organização mafiosa.



Não quero elaborar muito sobre o assunto neste preciso momento, porque é aconselhável ser paciente, dado o contexto esquizofrénico. Mas aqui voltaremos, claro.

Uma coisa é certa: existe substância factual, que reside e é sintetizada neste artigo do excelente Revolver, cuja leitura aconselho vivamente a todos os seres não vegetais.


O Fernando Santos achou isto excessivo.

Nunca fui um adepto do cânone de Guardiola e não sou hoje sequer um fã de futebol, nem pouco mais ou menos, aliás. Mas gostei de ver esta jogada do terceiro golo de Portugal contra a Hungria.



33 passes. Não tenho a certeza que isto seja bom futebol, mas nunca teremos direito a bom futebol enquanto Fernando Santos for o treinador da Selecção. O homem pode até ser campeão da Europa, mas nunca será um campeão da Estética. Ou da Virtude. 

A vitória de ontem não merece grandes elogios e o jogo podia ter, naturalmente, acabado com um empate (que é sempre o resultado preferido de Fernando Santos). Mas não por falta de qualidade dos valores individuais, que abunda evidentemente, e sim porque temos o seleccionador que temos e que merecemos (seria ontologicamente injusto que tivesses simultaneamente o melhor jogador de futebol de sempre e um treinador minimamente competente).

Ainda assim, e apesar da Hungria, neste momento específico do jogo, não ser mais que um conjunto de matrecos exaustos, este golo bomba à brava. Até porque é jogado em slow mo.

Contra os outros adversários deste grupo danado, o slow mo é capaz de não bombar coisa nenhuma.

Não sei, digo eu, mas vai uma aposta?