E ao Deus dos Serviços Públicos de Saúde. E ao Deus das Mentiras (a divindade inspiradora dos jornalistas). E ao Deus dos Interesses das Grandes Corporações de Silicon Valley. E ao Deus das Indústrias Farmacêuticas. E ao Deus Securitário (adorado por milhões de millenials em todo o mundo).
Oremos pela permanência de confinamentos e mandatos, restrições e mordaças; oremos pela disseminação do pânico e pela omissão da verdade; oremos pela censura, pela desinformação, pela manipulação dos factos e pela transformação da realidade numa ilusão virtual, ámen.
segunda-feira, dezembro 20, 2021
Oração ao Deus do Medo.
O estado da Flórida como paraíso na Terra.
O governador Ron DeSantis não vai em cantigas totalitárias, nem em autoritarismos bio-médicos, nem em pânicos fabricados pela imprensa. No estado da Flórida não há confinamentos, não há escolas fechadas, não há mandatos de vacinação e obrigatoriedade de uso de máscaras ou distanciamentos sociais ou o diabo que os carregue. E os resultados estão à vista: o senhor preside ao estado menos infectado dos EUA. A economia prospera. As pessoas vivem livres.
Mas não, boi, não penses com a tua cabeça. Continua a acreditar no que te dizem no telejornal. Permanece, sim, nessa caverna platónica de sombras e ilusões. Cada um tem a verdade que merece. Cada um tem a liberdade que merece. E tu não mereces nem uma coisa, nem outra.
De quantas vacinas precisas, boi?
E, nesse caso, quantas são necessárias para perceberes que estás a ser enganado, boi?
Hanoks: casas que respiram.
Pensadas para conviver com as grandes amplitudes térmicas da Península Coreana, as hanok, casas tradicionais cujo conceito de engenharia e arquitectura remonta ao início da dinastia de Joseon (Sec. XIV), são uma pérola da cultura oriental.
Belas, minimais, confortáveis, luminosas, duradouras, arejadas e aquecidas naturalmente, são edificadas com materiais porosos como o barro, o papel e a madeira, que contribuem para que as hanok sejam uma espécie de organismo vivo, que respira, reage ao calor e ao frio, abre e fecha a sua bioesfera, num interminável ciclo de inteligente coordenação com as diferentes exigências sazonais em comodidade e praticabilidade modular.
Como incondicional fã das séries históricas coreanas, muitas vezes me perguntei se a opção de dormir e comer no chão, hábito partilhado por reis e plebeus, seria assim tão sensato como isso. Depois de ver o documentário que publico em baixo, percebe-se perfeitamente a razão do preceito cultural: o chão das hanok não é como o chão das casas tradicionais do Ocidente. É um colchão, é um aquecedor, é uma terapia.
Para além da sábia arquitecura interior, as hanok são construídas para capitalizarem a beleza bucólica dos espaços exteriores, estabelecendo uma relação cenográfica que, sem prejuízo da fronteira entre o público e o privado, liberta a área habitacional para um plano não confinado e interactuante com a coreografia irrepetível de cada dia.
À medida que vou ficando íntimo da cultura coreana, mais encantado fico com a sua prolixa riqueza. Mais seduzido fico com as suas veneráveis tradições. Mais impressionado fico com a sabedoria destas gentes. Mais humilde permaneço nas minhas limitações de símio urbano, ocidental e pós-moderno.
Elogio da infelicidade.
Quanto mais miseráveis formos,
melhor.
Quanto mais sós,
melhor.
Quanto mais dependentes do estado,
quanto mais reféns do medo,
quanto mais desesperados, alienados, estupidificados, enganados,
melhor.
Quanto mais ateus, quanto mais estéreis, quanto mais inúteis,
melhor.
Quanto mais longe da família,
quanto mais isolados e frágeis,
quanto mais distantes de Cristo
quanto mais afastados da verdade,
melhor.
Quanto mais envenenados pela imprensa e espoliados pelos governos,
quanto mais fascizados pelos regimes e empobrecidos pelas oligarquias,
quanto mais desprezados pelas elites e encapsulados nos casulos digitais
da distopia triunfante,
melhor.
Quanto mais confinados por mandatos fora da lei,
Quanto mais obliterados por turbas insensatas,
Quanto mais subjugados por poderes ilegítimos,
Quanto mais escravizados a um destino que não escolhemos,
melhor.
Quanto mais alérgicos à liberdade,
melhor.
Quanto mais merda a Netflix nos enfiar pela cabeça a dentro,
quanto mais lavados forem os nossos cérebros
e censurados forem os nossos protestos,
quanto mais calados forem os nossos sonhos
e silenciadas forem as nossas palavras,
melhor.
E se acabarmos de vez com o Natal,
melhor ainda.
Ciência contra a narrativa.
O problema, para esta gente bárbara, vil e servil, é que a Internet existe.
domingo, dezembro 19, 2021
Uma pedrada no charco em formato postal, da autoria do arcebispo Carlo Maria Viganò.
Assumindo com coragem e desassombro o bom método científico da teoria da conspiração, o Arcebispo Viganò escreve aos americanos (foi núncio apostólico nos EUA entre 2011 e 2016) com uma pena bem aguçada, sem poupar na tinta e sem medo de ferir seja que susceptibilidades forem (inclusivamente a do seu superior hierárquico, o sumo pontífice ateu, que deve estar a roer-se todo com este saboroso bocado de prosa).
Há no surpreendente texto do arcebispo uma explosão de verdade e irreverência que é difícil de igualar. Logo no primeiro parágrafo, podemos ler:
"For two years now, a global coup has been carried out all over the world, planned for some time by an elite group of conspirators enslaved to the interests of international high finance. This coup was made possible by an emergency pandemic that is based on the premise of a virus that has a mortality rate almost analogous to that of any other seasonal flu virus."
E mais à frente:
"Last year, when many still had not yet understood the gravity of the loomingthreat, I was among the first to denounce this coup, and I was promptly singledout as a conspiracy theorist. Today more and more people are opening their eyes and beginning to understand that the emergency pandemic and the“ecological emergency” are part of a criminal plan hatched by the World Economic Forum, the UN, the WHO, and a galaxy of organizations and foundations that are ideologically characterized as clearly anti-human and – this needs to be said clearly – anti-Christian."
E em crescendo:
"My appeal for an Anti-Globalist Alliance – which I renew today – aims precisely to constitute a movement of moral and spiritual rebirth which will inspire the civil, social and political action of those who do not want to be enslaved as slaves to the New World Order. A movement that at the national and local level will be able to find a way to oppose the Great Reset and that coordinates the denunciation of the coup that is currently in progress. Because in the awareness of who our adversary is and what his aims and purposes are,we can disrupt the criminal action he intends to pursue and force him to retreat. In this, the opposition to the pandemic farce and the vaccination obligation must be determined and courageous on the part of each of you."
Poça, nada mau, para um diplomata do Vaticano.
A carta está pejada de pérolas, pelo que recomendo vivamente a sua leitura.
Temos padre!
Dr. Peter McCullough: "There is no bigger public health crisis than the impact of censorship in COVID-19."
Joe Rogan, the nation's No. 1 podcaster, told McCullough that on nearly every other online platform, including YouTube, their conversation would be censored.
"But what you're saying is incredibly important," said Rogan, whose podcast, "The Joe Rogan Experience," is streamed by Spotify.
"Censorship that has suppressed for two years information on safe and effective early treatment and censorship on vaccine safety has led to large numbers of deaths, hospitalizations and permanent disability," McCullough said.
"There is no bigger public health crisis than the impact of censorship in COVID-19."
McCullough has testified before the U.S. Senate on the suppression of early treatments that have been shown to be effective for COVID-19, including hydroxychloroquine and ivermectin. His concern about the COVID-19 vaccines centers on the unusually high number of reports of deaths and severe adverse events, such as myocarditis, compared to previous vaccines.
'Why won't they let the vaccine injured tell their stories?'
Social-media networks such as YouTube, Twitter and Facebook have been among the chief censors of the opinions of qualified physicians and medical scientists such as McCullough.
YouTube suspended the account of Sen. Ron Johnson, R-Wis., in early November after he posted video of a roundtable event with a panel of medical experts and vaccine-injured people discussing vaccine mandates.
"Once again Big Tech is censoring the truth," Johnson said in a statement. "Why won't they let the vaccine injured tell their stories and medical experts give a second opinion? Why can’t we discuss the harmful effects of mandates? Apparently, the Biden administration and federal health agencies must not be questioned. How many more lives will be needlessly destroyed?"
When the renowned British Medical Journal published a report on a whistleblower's claim, supported by documents, of poor practices in the clinical trial of the Pfizer vaccine that could impact data integrity and safety, Facebook slapped a "false information" label on posts of the article.
(...) WND
Ex-Army generals fear insurrection or 'civil war' in 2024
Retired Major Generals Paul D. Eaton and Antonio M. Taguba joined retired Brigadier General Steven M. Anderson urged today's leaders to act to prevent such scenes, calling on today's leaders to "war-game" an attempted coup.
In an op-ed for the Washington Post published on Friday and reported as a news story in Newsweek, the former military leaders said they were "increasingly concerned" about the "potential for lethal chaos inside our military, which would put all Americans at severe risk" in the aftermath of the election.
(...) WND
Na palheta.
Ben Shapiro e Jordan Peterson conversam sobre género, sexo e identidade, à mesa de um café. Definição de bom programa.
sábado, dezembro 18, 2021
James Webb Space Telescope: se tudo correr bem, vamos ver melhor.
Ora, o risco de que algo semelhante aconteça ao Webb Space Telescope, o projecto da NASA para substituir o "velhinho" Hubble que vai custar cerca de dez biliões de dólares e que será lançado dentro de cinco dias, é bastante alto. Trata-se do telescópio mais poderoso da história da humanidade, o maior que já foi alguma vez colocado em órbita, e um dos projetos de engenharia mais complexos e ambiciosos já tentados, destinado a testemunhar o nascimento de estrelas e galáxias nos limites observáveis do espaço-tempo e sondar planetas alienígenas em busca de sinais de vida.
Só o facto de ter que se dobrar para caber no foguetão onde vai ser transportado (o telescópio é do tamanho de uma casa) e depois já em órbita ter que desdobrar dezenas de instrumentos delicados e sensíveis, em condições hostis, já tira o sono aos responsáveis pelo projecto. O intrincado processo, constituído por centenas de passos necessários para que o telescópio entre em operação, vai durar seis meses (!).
Mas, se tudo correr bem, valerá a pena esperar porque o James Webb consegue eliminar grande parte dos infravermelhos irradiados pelo universo, bem como a luz do Sol, da Terra e da Lua, de forma a que as lentes trabalhem numa santa escuridão e a baixas temperaturas. Desta forma, será possível captar imagens mais nítidas de objectos distantes, tão distantes como as primeiras estrelas e galáxias que nasceram depois do Big Bang, analisar a composição química das atmosferas de planetas exógenos, medir com mais rigor a velocidade a que o universo se expande e assistir à génese de todo o tipo de fenómenos siderais que até agora eram impossíveis ou muito difíceis de observar.
Há muita gente que vai roer as unhas até aos cotovelos, nos próximos meses. E considerando o registo catastrófico da NASA nos últimos anos, o desastre não surpreenderia ninguém. Mas é impossível não torcer para que o Telescópio James Webb vença a entropia e funcione na perfeição. As imagens que está teoricamente preparado para captar podem revolucionar a cosmologia contemporânea e refundar paradigmas sobre a natureza do universo, a sua escala, a sua idade, o seu movimento. Para além, claro, da prometida beleza espantosa dos bonecos que vai com certeza produzir.
A ver vamos.
Mais sobre o James Webb Space Telescope, na Quanta.
A crítica como atentado terrorista.
O insuportável The New Republic pergunta-se, num ataque de hipocrisia e cinismo e servilismo que bate todos os recordes da pouca vergonha: não será perigoso para a democracia fazer a crítica de Joe Biden?Portanto: o jornalismo isento e objectivo passou a constituir um ameaça. Um acto de lesa-pátria. Uma agressão aos valores democráticos.
A mesma imprensa que passou 4 anos a inventar as mais delirantes e obscenas mentiras para descredibilizar, insultar, destituir e criminalizar a inteira composição da administração Trump, pergunta-se agora se é legítimo beliscar o actual inquilino da Casa Branca, por um pouquinho que seja. Se não é preferível, em nome da República, que a imprensa o leve ao colo até à cerimónia fúnebre do último vestígio de objectividade e integridade jornalística.
Não importa o estado desgraçado da economia, com inflação galopante, rupturas na cadeia de distribuição, escassez de mão de obra e despesismo insano; não importa o desgoverno da nação, irremediavelmente dividida entre a esquerda radical e a direita populista, irremediavelmente perdida para o crime sem rédea nos grandes centros urbanos; não importam os 6000.000 mortos Covid desde janeiro do ano passado (altura em que Sleepy Joe tomou posse); não importa o caos aterrorizador na fronteira com o México, as figuras tristes, ininterruptas, nos palcos internos e externos, a entrega da liderança mundial à China e a tensão insustentável com a Rússia; não importa a mais que evidente demência senil do chefe de estado, o mais que evidente decaimento para a tirania que infecta toda a administração e o correspondente recurso a ordens executivas claramente inconstitucionais; não importa a recordista impopularidade do presidente e da vice-presidente; não, nada disso importa.
O que urge, para salvar o regime, é continuar a mentir, a falsificar a realidade, a produzir propaganda, a defender o indefensável, a servir os poderes instituídos contra os interesses e as liberdades e os direitos dos cidadãos. É isso que vai salvar a democracia.
Bom Deus.
Como Jordan Peterson salvou o livre discurso na Universidade de Cambridge.
Depois de, em 2019, ter visto revogado, por pura volição censória, um convite que a Universidade de Cambridge lhe endereçou para participar num seminário sobre o Livro do Êxodo, Jordan Peterson adoeceu e desapareceu do mapa. Enquanto esteve doente, e precisamente por causa deste triste episódio, alguns docentes mais inconformados da veneranda academia lançaram uma petição que exigia um plebiscito sobre a possibilidade de modificar os estatutos relacionados com a liberdade de expressão, de forma a não poderem ser utilizados de forma autoritária sobre o condicionamento da opinião e a divergência filosófica e política. A petição foi bem sucedida e, protegidos pelo anonimato do voto, cerca de noventa por cento dos membros do corpo docente votaram a favor dessa alteração estatuária.
Regressado à sua boa forma física, psíquica e intelectual, Jordan Peterson visitou Cambridge em Novembro deste ano e pôde dar livre curso à sua retórica sem que a pide do pensamento tivesse como calá-lo. Sobre essa visita, que correu lindamente e demonstrou que continua a ser o filósofo mais popular da actualidade, o professor de Toronto escreveu um artigo para o Telegraph, que neste vídeo é por ele lido.
O texto de Peterson tem um tom bastante optimista e é deveras elogioso sobre a realidade histórica e académica britânica e a tradição libertária da esfera anglosaxónica. Em boa parte, parece ignorar a ofensiva do autoritarismo mais espúrio e draconiano que se vive hoje nos países de língua inglesa e muito especialmente nas suas academias. Mas a verdade é que todo este episódio resulta num saldo positivo para aqueles que amam a liberdade, pelo que o optimismo algo ingénuo do mais célebre estudioso do comportamento sexual das lagostas da história do conhecimento humano pode até, em certo sentido, ser apropriado.
Afinal, nem só de más notícias vive o Ocidente.
sexta-feira, dezembro 17, 2021
Uma sonda no inferno.
Pela
primeira vez na história da exploração espacial, um engenho de fabrico humano entrou na atmosfera solar. A Sonda Solar Parker, cuja missão já tinha sido anunciada aqui no blog em 2018, já voou pela Coroa do Sol e detectou partículas e campos magnéticos. No seu oitavo mergulho (a sonda entra e sai da Coroa numa elipse periódica), a Parker esteve a "apenas" 6,5 milhões de milhas da superfície da estrela que nos ilumina, suportando estoicamente temperaturas que rondam um milhão de graus centígrados. Pode parecer um pequeno passo, mas é um grande salto para a ciência. E já há dados a chegar à Terra, que vão proporcionar informação crítica para conhecermos melhor o astro rei, começando por saber porque é que a atmosfera é mais
quente que a superfície (fotosfera), qual o mecanismo que provoca a
aceleração dos ventos solares a velocidades supersónicas e com que
frequência há projeções de partículas
solares.
Uma missão que importa seguir.
Johns Hopkins School of Medicine Professor Dr. Marty Makary: We Have a ‘Pandemic of Lunacy’
Makary said, “Well, right now, what we’re seeing is this massive new wave of fear that is fueling our second pandemic after COVID-19, which is a pandemic of lunacy, which is Omicron. Now, I call it omi-cold. If you look at the epidemiological data, the epicenter is now way down from Omicron. The hospitals have some hospitalizations, not much. They were short. They averaged two-and-a-half days instead of eight days. But a study just came out of the University of Hong Kong telling us that Omicron does not invade the lung tissue that’s deep in the respiratory tract. It stays superficial in the nose and bronchus. So that’s why we’re seeing a common cold-like illness. This new scientific data from the lab explains the epidemiological data and the bedside observation of doctors that this is far more mild, the piece all fits together now, and that’s why I call it omi-cold.”
He added, “We’ve got to reduce testing in low-risk situations. If you test everyone in the United States, you will find a virus particle in the nose of some fraction of Americans forever. Now, you can continue to do universal testing, like a lot of universities, and continue to sample people and bring them in and if they test positive, put them in jail for ten or fourteen days. But if you do that with meningococcus, which is a bacteria that causes meningitis, you will find it living in the nose of 10% of the U.S. population. And so we can’t go hunting for a problem that is a very mild or asymptomatic illness.”
Makary also said that you can “recast any respiratory virus as a potential bubonic plague that’s going to destroy the United States. It’s just how you present the statistics."(...) Breitbart
Se estás a pensar em comprar um GTI MK8, vê este clip primeiro.
Os engenheiros da VW resolveram romper com velhas tradições. E o resultado, claro, não é famoso. Neste clip, Raz Rehan faz a crítica das muito discutíveis opções tomadas pela gigante alemã no que concerne à arquitectura interior e aos instrumentos de navegação e set up do novo Golf GTI, bem como aos problemas de tração e torque que o modelo apresenta e que vão, seguramente, condenar as vendas. Depois de ver esta excelente análise, ainda fiquei mais convencido de que o meu GTI Mk7 vai ficar comigo mais uns anos valentes. Até porque será muito provavelmente o últimos dos clássicos GTI.
quinta-feira, dezembro 16, 2021
Just 15 People With Omicron Are Being Treated in UK Hospitals
The small number stands in stark contrast to the utter hysteria that is currently sweeping the country, with people putting themselves in lockdown, canceling Christmas plans and leaving the already struggling hospitality industry staring down a barrel.
Dr Susan Hopkins, the UK Health Security Agency’s chief medical adviser, told MP’s, “There are currently 15 people being treated in hospital with Omicron,” reports Sky News.
Health authorities also insist that there are currently about 400,000 people infected with Omicron in the UK, with this number climbing rapidly.
That clearly suggests, in line with evidence out of South Africa, that the variant is extremely mild and won’t cause huge spikes in hospitalisations or deaths.
(...) Summit News
quarta-feira, dezembro 15, 2021
Um bispo sem medo.
Covid jabs “appear to expose people to an increased mortality”
The alleged benefits of the shots are “massively exaggerated,” the team found, while the risks involved with taking them, “increased mortality” being one of the biggest, are being intentionally hidden from view.
A huge problem involves the way government authorities purposely misclassify the definition of an “unvaccinated” person. Only after 14 days is someone who got injected considered “vaccinated,” which means if he or she dies on day 13, then it is counted as an “unvaccinated” death.
Dr. Norman Fenton, a professor of risk information management at QMUL and lead author of the study, explained in a recent interview more details about his team’s findings.
“When it comes to the vaccine, ultimately, the only truly objective way to evaluate its overall risk [vs.] benefit is to compare the all-cause mortality for the vaccinated against the unvaccinated,” he told LBC Radio.
“So, in crude terms, if the virus is as dangerous as claimed and the vaccine is as effective as claimed, then we should by now have data confirming that the vaccines are saving a lot more lives than they’re killing.”
Everything they’re telling us about these injections is false
Fenton and his co-author Dr. Martin Neil looked closely at the data provided by the U.K.’s Office for National Statistics (ONS), which claims that covid injections are “safe and effective,” and found this claim to be a lie.
There were “so many inconsistencies and anomalies in the data,” they said, “that when you take account of the most obvious explanations for these, there really is no reliable evidence that the vaccines reduce all-cause mortality.”
“In fact, if you take account of the fact that newly vaccinated people [who] die, [are] likely being misclassified as unvaccinated – because that’s the most likely explanation for the strange things in the data – then you get to the conclusion that the vaccines don’t seem to reduce the all-cause mortality, but rather produce a genuine spike in all-cause mortality shortly after vaccination,” Fenton further summarized.
(...) News Target
O meu pé pesado #17: A rezar pela linha de chegada, no labirinto rochoso da Argentina (parte 1).
Chegou o momento do mais lento e tortuoso desafio do Dirt Rally 2.0: os dois troços da passagem do mundial de ralis no célebre "El Cóndor", uma região montanhosa e inóspita da província de Córdoba, Argentina.
Imaginem uma estrada estreita de gravilha solta com muita pedra, cheia de altos e baixos, rodeada de rochas por todo o lado, com cerca de 3 ganchos por cada mil metros. Imaginem que têm que ser rápidos nesta estrada. Por. Amor. De Deus.
Uma das características essenciais quando tentas conduzir numa qualquer competição automobilística é a fluidez. No El Cóndor, a fluidez só é acessível aos mestres. O plebeu como eu limita-se a tentar sobreviver sem se espetar no granito. É impossível escapar à lentidão, à hesitação e ao erro, neste sinuoso labirinto de pedra.
O primeiro troço em que peguei, "Camino a La Puerta" na direcção Este/Oeste e "Las Juntas" na direcção Oeste/Este, inclui 21 ganchos na sua curta extensão de oito quilómetros e pouco. Ainda por cima, na maioria dos casos são ganchos muito estreitos e muito apertados: puxas do travão de mão com um bocadinho mais de entusiasmo e acabas por bater com a traseira na parede rochosa. Se és mais tímido, não consegues sair da curva de forma eficaz. De uma maneira ou de outra, serás lento. Nos poucos metros em que podes abrir um bocadinho mais a torneira do gás, tens que ser dono de uma condução extremamente precisa, porque estás constantemente a milímetros das rochas. A precisão porém torna-se bastante difícil de concretizar quando os solavancos da estrada te dificultam o domínio do carro e a visibilidade sobre o traçado.
Em "Las Juntas" fico com a sensação que conduzi melhor, que fui mais rápido, faço de facto um melhor tempo, mas na classificação recuo para um redondo 900º. Neste caso desconfio mesmo que esta tabela inclui mais concorrentes que a anterior (o número de participantes no Time Trial do Dirt Rally oscila muito, entre as dezenas e as centenas de milhar).
Uma nota importante: o set up do automóvel é essencial para conseguir bons tempos seja em que prova for, mas neste rali é mesmo determinante. Não deixo registo do meu porque não sou um perito na afinação dos automóveis, mas no Youtube há muita gente qualificada a partilhar set ups específicos para cada rali (este vídeo aqui, por exemplo, parece-me dar boas referências).
Para a semana há mais do mesmo: outro troço argentino entre a pedra e a parede.
CDC Confirms 80% of COVID-19 Cases Caused by Omicron Variant in the US are Fully Vaccinated Individuals – And 33% Had Booster Shots!
The U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) reported that of the 43 COVID-19 cases caused by the Omicron variants, 34 people were fully vaccinated. Of those fully vaccinated, 14 people had received their booster shots but five of those received their additional shots less than 14 days.
Only 8 people were unvaccinated who got infected with the Omicron variants and 1 person has status unknown.
The CDC added that the “mutations in Omicron might increase transmissibility, confer resistance to therapeutics, or partially escape infection- or vaccine-induced immunity.” This means the vaccines offer less protection against Omicron.
(...) Gateway Pundit
Joe Biden cita José Estaline.
Não estava a acreditar que isto que vais ver e ouvir, incrédulo leitor, era real. Mas depois percebi que sim. Discursando sobre a problemática questão da integridade eleitoral nos Estados Unidos da América, Joe Biden recorreu mesmo à célebre tirada de Estaline: "Não são as pessoas que votam que contam. São as pessoas que contam os votos."
S U R R E A L .
Uma galáxia contra as leis da Física. Sejam elas quais forem.
Recentemente escrevi aqui sobre um dos muitos dilemas contemporâneos da Astrofísica: se acreditas nas virtudes da Matéria Negra (mesmo que não saibas o que ela é) como teoria explicativa de fenómenos galácticos que observas e que não entendes, há sempre uma boa parte desses fenómenos que permanecem insondáveis. Se acreditas na Gravidade Modificada, ficas também com uma fatia da fenomenologia celeste por explicar. Acontece acrescidamente que nenhuma destas duas teorias consegue explicar o comportamento da galáxia AGC 114905, que pelos vistos prescinde completamente de Matéria Negra e cujo comportamento não é previsto pela Teoria da Gravidade Modificada.Traduzindo este gráfico para que o leigo possa entendê-lo: a linha verde prevê o comportamento da galáxia de acordo com a Teoria da Gravidade Modificada, a linha magenta prevê o comportamento da galáxia de acordo com a Teoria da Matéria Negra e os círculos a vermelho mostram a realidade comportamental da galáxia observada. O "comportamento" refere-se aqui a velocidade (eixo vertical) e dimensão do raio (eixo horizontal).
Nos dias que correm, a astronomia encontra singularidades e excepções às regras da Física de cada vez que aponta lentes e filtros e algoritmos para o cosmos. Por alguma razão deve ser. Anton Petrov, que, coitado, muito a contragosto vai deixando registo quotidiano deste descalabro teórico, desenvolve e articula as conclusões do paper que expõe a inconveniente excentricidade desta galáxia rebelde.
Um planeta infectado por estúpidos: os estúpidos que são admirados e os estúpidos que admiram.
Uma vez por ano a YouGov faz uma sondagem a nível global para percebermos quem são as personalidades mais admiradas de entre a espécie Sapiens. O resultado é uma demonstração estatística de que o ser humano é um animal completamente imbecil. Senão vejamos:
Entre os dez homens mais respeitados temos quatro políticos (metade dos quais, ditadores), dois jogadores de bola, três bilionários e um actor de filmes de terceira categoria.
Não há um cientista, um artista, um filósofo, um escritor, um líder religioso, um explorador, um aventureiro, um soldado, um herói que seja. Se exceptuarmos o actor e os jogadores de bola, que são objectivamente tão importantes para a humanidade como o tempo que faz em Saturno, os restantes personagens consubstanciam aquilo que mais devia ser desconsiderado pelas massas: políticos e milionários que as desprezam completamente. Logo, as pessoas adoram sobretudo quem as mais despreza. Talvez esteja aqui a ser injusto como Narendra Modi, que é o único ser humano aparentemente decente nesta lista, mas caramba, ninguém com um mínimo de senso comum consegue ter esperança na humanidade quando é confrontado com a estupidez, o autismo a inconsciência de tudo que é aqui manifesta.
Entre as mulheres, a coisa piora, se é possível:
Que resultado espectacular. Parabéns à raça humana.
terça-feira, dezembro 14, 2021
Não, os cientistas não estão todos de acordo.
O Professor de oncologia da St George's University of London, e reputado virulogista na área do HIV, tem isto para dizer sobre o que o governo Inglês está a fazer e não devia (e sobre o que não está a fazer e devia), no combate à pandemia:
Depois não me venham com histórias que os médicos "negacionistas" são todos uns charlatães com o curso tirado nas Bermudas.
Como fazer batota em produção audiovisual. Outro breve manual de normas.
Escreves, produzes e interpretas uma série de Natal para a Netflix de que ninguém gosta. Que ninguém vê. Talvez porque, mascarada com cosmética natalícia, a série odeia tudo o que o Natal representa. Talvez porque os diálogos são despropositadamente politizados e racistas e obscenos. Talvez porque o teu talento para escrever, produzir e interpretar conteúdos audiovisuais se possa mensurar como muito próximo do zero absoluto. Perante o desastre do teu impulso criativo, que saída encontras? Recorres ao Twitter para anunciar que todos os que não gostam do teu sofrível produto propagandista são supremacistas brancos. De incompetente passas a vítima. Estás salvo. A Netflix vai sempre alimentar novas aventuras nesse fosso sem fundo que é a tua imaginação. Soma e segue.
Como fazer batota em gestão de empresas. Um breve manual de normas.
És o CEO de uma grande retalhista americana. Apesar de teres tudo a perder com isso, apoias publicamente movimentos políticos como o "Black Lives Matter" e subscreves as agendas mais radicais que procuram descriminalizar o crime e retirar fundos à polícia ou mesmo aboli-la. O movimento, com a tua ajuda financeira e propagandista, é bem sucedido, claro, e acto contínuo: o crime urbano dispara loucamente, principalmente o furto nas áreas de retalho. De tal forma que começas a somar prejuízos brutais, consequentes de uma má decisão de gestão que é da tua inteira responsabilidade e que vai contra todo o bom senso: misturaste política com negócios, como se isso alguma vez fosse uma boa ideia na história da microeconomia; e inventaste o capitalismo tribal, como se uma sociedade sem lei pudesse produzir uma economia próspera. Perante o desastre, o que é que fazes? Pedes um subsídio ao Estado. E o Estado, que milita na tua nobre falange ideológica, subsidia-te. E o contribuinte, que paga a tua iniquidade, safa-te. Podes voltar a olhar para o futuro com confiança. Tens muitos anos de geniais decisões estratégicas e avultados prejuízos à tua frente. O céu é o limite.
Relatório Minoritário.
Na Holanda, és um "Criminoso Covid", mesmo que não estejas infectado. Só porque viajas muito. E por causa disso, és enfiado num campo de concentração para "Criminosos Covid". Sim, na Holanda já és criminoso antes de cometeres o crime. É a realidade Spielberg.
Nos Estados Unidos, que soma até agora zero mortos Omicron, os poderes instituídos e a imprensa estão a usar a variante como argumento para mais restrições, num reforço do autoritarismo iníquo já implementado a propósito da pandemia.
Anthony Fauci, fiel ao seu papel de Darth Vader da tirania bio-médica em vigor, sobe o tom fascista a cada declaração pública que comete. A última: quando recebes alguém em tua casa - estranhos, amigos ou familiares, não interessa - deves solicitar, à entrada, que as distintas visitas mostrem um certificado de vacinação.
O monólogo de Tucker Carlson de ontem - deprimente à brava, aviso já - só sublinha um facto: a cada dia que passa, fica mais apertada a mordaça.
CDC: Zero Omicron Deaths in U.S., Only One Person Needed Hospitalization
As BBN News reports, the Centers For Disease Control has revealed “there were no deaths associated with the Omicron coronavirus variant in the country so far.”
In addition, only one of the 43 cases detected “with initial follow-up” needed hospital care.
The health body also revealed that “many of the first reported cases of Omicron variant infection appear to be mild,” a conclusion which is very much in line with evidence gathered globally.
Out of the 43 cases, eight people had not been vaccinated while 14 had been double vaccinated, meaning the total of people who had received either a single or double dose and caught the variant was 35 out of 43.
The CDC’s announcement once again underscores how global panic over the new variant is completely inconsistent with its mild severity.
(...) Summit News
Quando tens medo de estar certo.
Em Outubro de 2013, escrevi:
É
minha convicção que os Estados Unidos estão a somar à decadência do seu
império a implosão da unidade interna, a pulverização da identidade
nacional e a falência do regime.
Porque
a divisão ideológica entre o povo americano está a
tornar-se irresolúvel e porque essa divisão tem o seu correspondente
geográfico, facilitando a lógica de trincheira e a razão de fronteira, é
minha convicção que uma segunda guerra civil americana será, a
médio-longo prazo, inevitável. Como a primeira, será travada pela
supremacia de um modelo económico: no século XIX, o modelo esclavagista
desafiou o aparelho industrial e perdeu. No século XXI, o impulso
libertário vai desafiar a imposição anacrónica de um estado social. E
esta vai ser uma guerra que ninguém vai ganhar. Vai ser uma guerra de
desintegração federal.
Oito anos depois, até o New York Times concorda comigo (se bem que com argumentos bem diferentes):
Mas, por outro lado, não vejo grandes soluções para esta América ferida e fracturada, em que uma metade odeia a outra metade.
Mais preocupante ainda: o que está a acontecer na América, também acontece, talvez com menor visibilidade e sem demarcações geográficas tão nítidas assim, em França, na Itália, em Espanha e no Brasil. As divisões ideológicas, agravadas pela pandemia, estão a criar divergências sociais profundas na esfera Ocidental.
Os bem pensantes gostam de dizer que vivemos tempos interessantes. Mas eu acho que às páginas tantas, mais que tempos interessantes, aqueles que vivemos são tempos perigosos. Muito perigosos.
segunda-feira, dezembro 13, 2021
Até os fascistas admitem que estão a fascizar o gado.
Correndo o risco de perder a audiência do blog, e os amigos da vida real, estou sempre a chamar bois àqueles que obedecem cega e alegremente às ordens da imprensa e dos políticos eleitos e dos burocratas não eleitos e dos magos do cientismo e dos actores de Hollywood e dos multi-bilionários de Silicon Valley e dos CEO das máfias farmacêuticas e do diabo que os carregue. Mas, para hilariante confirmação da minha justa e pertinente nomenclatura, os próprios políticos já admitem de caras que os obedientes que lhes obedecem pertencem à classe pecuária. Não, a sério. É verdade. Não acreditam?
Perante este género de fonómenos poltergeist, costumo dizer que não sei se hei-de rir se hei-de chorar. Mas neste caso específico tenho que ser sincero: só saíram gargalhadas.